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22 de julho de 2011

O cabelo afiado de COFFY

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Coffy preparando o ataque

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Ataque Efetivado

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THAT'S .A BINGO!

25 de dezembro de 2010

Música - "Invisible Light", novo clipe da banda Scissor Sisters


Por: Lucas Sá

Confirmo hoje o clipe mais louco e esquisito que já vi! "Invisible Light", da bem sucedida banda Scissor Sisters! O vídeo tem todo um clima de anos 70, que eu particulamente gosto, além de cenas envolvendo violência física e visual.

Não preciso nem comentar que o clipe já deve ter sido censurado em grande parte dos países, e possívelmente nem irá passar na MTV, talvez passe apenas na VH1, já que quase todo dia passa alguns dos clipes da banda. Voltando ao assunto... As imagens de "Invisible Light" são impactantes e desconexas, me fez lembrar até os filme do David Lynch ( aquele doente com problemas mentais). A tortura e violência no vídeo rola solta, temos até uma cabeça de gato decepada por um machado e pernas de um frango assado sendo arrancadas. Mensagens subliminares é o que não falta.

Em uma das cenas, há uma clara referência a capa do albúm Night Work. Onde a bela protagonista, enquanto olha um homem cortando lenha com um machado, levanta suas mãos e as apertam contra as suas nádegas vestidas por uma roupa de hipismo branca colada ao corpo. Uma bela e interessante imagem, vou até usar isso no meu novo curta!

Uma curiosidade interesante é a participação do veterano ator Ian McKellen, o Gandalf de O Senhor dos Anéis. Ele faz uma pequena participação com sua voz épica, recitando uma frase próximo do final da música, pena que ele não apareça no clipe. Falando nisso, nenhum dos integrantes do grupo aparecem. O vídeo meio que segue as perdubações de uma jovem do campo, seus medos internos, sua relação com a violação sexual sofrida e a religião como influência de tudo.



"Invisible Light" é uma ótima música dançante com um ótimo clipe!
Sei não, mas Lady Gaga deve tá se mordendo por não ter feito um vídeo como esse!

23 de dezembro de 2010

Revista General Especial - Ramones

Por: Airton Rener

Fim de ano e a equipe Lucas'sville pede desculpa pelo escassez de postagens nesse mês de dezembro. Mas pra quebrar o galho de vocês que são fãs e acessam diariamente o Blog ou que atualizam de hora em hora, trouxe uma coisa muito boa (pelo menos eu acho).

Enfim. Fui numa sebo procurar um livro e acabei achando outra coisa mais interessante; uma edição da revista General de "1900 e carne assada" sobre Ramones. A revista conta com fotos exclusivas, como a foto de Joey Ramones ao lado, e historias inéditas da banda contada por André Barcinski, um dos jornalistas mais próximo da banda e um sortudo por assistir como convidado especial as gravações da banda, ouvir demos nunca transformadas em disco e até mesmo acompanhar Johnny em convenções de filmes de terror.

E o melhor de tudo é que fiz questão de scanear a revista para compartilhar esse conhecimento tão maravilho e tão incrível sobre umas das mais chatas e melhores bandas do mundo (link do download no fim da postagem). Segue a baixo o editorial escrito por Rogério de Campos:

"I Don't Wanna Get Involved With You", "I Don't Wanna Walk Around With You", "I Don't Wanna Go Down To The Basemet", "I Don't Wanna Be Learned, I Don't Wanna Be Tamed". Os títulos das primeiras músicas dos Ramones já definem a banda. Definem por exclusão. Enquanto os Stones chocavam o mundo civilizado dos anos 60 anunciando o que queriam (sexo, sexo, revolução, um tanto de drogas e mais sexo), os Ramones inauguraram o tal movimento punk aunciando o que não queriam. E os Ramones não queriam muita coisa. Não queriam fazer musiquinhas de amor. Nem intermináveis solos de guitarra. Não queriam falar de assuntos que eram moda nas letras do rock anos 70; fadas e duendes interplanetários. Não queriam, para horror dos proguessivos, fazer um disco diferente do outro, "com um som novo, diferente". E não queriam, principalmente, se tranformar em babacas emplumados como os pop star de supergrupos (pode-se falar tudo contra Ramones, menos acusá-los de ser um "supergrupo").

O que eles fizeram foi dizer bem alto; NÃO! E isto serviu como detonador de uma revolução. "Eu não sei o que eu quero, mas sei como conseguí-lo", a famosa frase de Johnny Rotten, já tinha sido dita antes de muitas maneiras, pelos Ramones. Os Sex Pistols, Clash, Jam, Damned e tais têm o grande mérito de serem os primeiros a entender bem a mensagem. Se a fúria inicial foi o que detonou essa revolução, que inspirou a primaira geração punk, foi sua fidelidade aos seus propios principios que transformou os Ramones nos melhores exemplos para as gerações posteriores. Quando ouvimos toques de Ramones em, por exemplo, Raimundos, Little Quail, Muzzarelas, Graforréia Xilarmônica, não são toques daqueles Ramones de 75 ou 76, mas dos Ramones de sempre.

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